Eu sempre utilizei uma expressão que é muito conhecida e que nos deparamos com ela constantemente no nosso dia a dia – o óbvio que não é obvio…
Conversando com algumas pessoas, seja sobre carreira ou em contextos empresariais, a questão do planejamento e organização para mim, é o tal do óbvio que não é óbvio!
Fala-se muito em planejamento estratégico, em processos para se alcançar metas diferenciadas ou ainda, investimento no novo/diferente (não que isso não seja necessário) para melhoraria de resultados. Mas na verdade o que observo é uma corrida por ferramentas e estruturas que vão para além (ou para aquém🤔) do básico bem-feito.
E o que quero dizer com isso? Estou vendo pessoas e empresas avaliando grandes investimentos (financeiros e de tempo) em coisas altamente diferenciadas e complexas, mas esquecendo de fazer bem-feito o “arroz com feijão”.
É claro que quando se tem uma maturidade de visão e processos, o avançar é mais do que importante, mas me chama atenção àqueles (empresas e profissionais) que não conseguem planejar e organizar suas bases e os itens mais importantes para fazer acontecer o seu dia a dia e experimentam um alto nível de ansiedade, desgastes de estruturas emocionais e financeiras por resultados e patamares diferenciados.
O foco deveria ser: fazer melhor e bem-feito o básico e afinarmos nosso planejamento e organização, pois assim o crescimento e desenvolvimento serão resultado do alcance de maturidade processual e consequentemente uma visão mais ampla do negócio/carreira.


